quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Bons 25 minutos finais

Finalmente uma vitória. E digo isto porque até ao 65º minuto o Porto jogou como habitualmente, que é o mesmo que dizer, rigorosamente nada.

Portanto, continuo a manter a opinião de que o elemento mais fraco deste plantel, com a excepção do Benitez e o Guarin, é o Professor Jesualdo Ferreira.

Agora, convém é aprofundar as razões que levaram o Porto a mudar radicalmente de atitude a partir do 65º minuto e a controlar o jogo. Pois, é verdade, foi a entrada do Hulk e principalmente a mudança do meio campo já com o Pelé. Ao contrário do Raúl Meireles - e já começo a concordar com o Pinto da Costa João de que este gajo é realmente uma seca de jogador - o Pelé parece-me querer fazer mais do que simplesmente passar a bola para os lados. O "Poupinhas", apesar da impresa de hoje o colocar nos píncaros, fez na minha opinião mais um jogo onde se limitou a fazer passes curtos, muitos deles errados, e a tapar espaços (o que ele faz bem), o que é manifestamente insuficiente para uma equipa como o Porto. Mas mais uma vez, a responsabilidade é de quem o põe a jogar.


Entretanto, vejo agora a notícia da nomeação do árbitro para o Clássico em Alvalade no próximo Domingo. Não, não é o Lucílio Baptista. Desta vez, resolveram colocar alguma imparcialidade nestas coisas, e vai daí, temos o Bruno Paixão. No mínimo anedótico. É o mesmo que dizer: Este gajo só faz caquinha, portanto, se alguém tiver alguma coisa a dizer depois do jogo, que digam ambos. É a inversão do provérbio, "(des)agradar a Gregos e a Troianos, que no fundo vai dar ao mesmo.


PCA

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